
sábado, 17 de maio de 2008
sexta-feira, 16 de maio de 2008
Novembro de 1976
Vejo agora, que não terá sido em vão...
Ninguém a viu da mesma forma que eu...
Adoro observá-la nos seus afazeres...
Sinto-me doente, agarrado ao peito e á intensa dor que me mantém nesta casa...
Só mesmo a música permite que os mortos sejam amados...
Ninguém a viu da mesma forma que eu...
Adoro observá-la nos seus afazeres...
Sinto-me doente, agarrado ao peito e á intensa dor que me mantém nesta casa...
Só mesmo a música permite que os mortos sejam amados...
Fôlego - Curta metragem de Gonçalo Almeida e Bruno Neves
Aqui está uma curta do ano passado. A introdução, que não merece comentários, não é da minha autoria.
quinta-feira, 15 de maio de 2008
domingo, 11 de maio de 2008
Não vai demorar muito
Eles não querem, é verdade...
Ainda assim, ela vem...
Alguns deles chegaram a perder-se em bocados de horas-fora...
Houveram tempos em que se prometeram jóias em casas de banho escuras...
Irmãs, avisem quem manda nisto e avisem também o louco, que ela vem e já falta pouco.
Então, no percorrer da textura escura do negro do chão, elevou-se o anão e afirmou que ela não soube, não.
Ela viu tudo, e ainda assim, ela vem...
Ainda assim, ela vem...
Alguns deles chegaram a perder-se em bocados de horas-fora...
Houveram tempos em que se prometeram jóias em casas de banho escuras...
Irmãs, avisem quem manda nisto e avisem também o louco, que ela vem e já falta pouco.
Então, no percorrer da textura escura do negro do chão, elevou-se o anão e afirmou que ela não soube, não.
Ela viu tudo, e ainda assim, ela vem...
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